Referências e dicas

Encontro muita coisa boa e útil através de indicações de colegas ou em blogs, revistas, sites, relacionados à educação a distância. Fiz uma pequena seleção de ferramentas, vídeos, filmes, blogs que utilizo e me servem como referência ou inspiração.

Veja o resultado a seguir:

Livro – Design Instrucional na prática

Livro da autora Andréa Filatro, uma das principais referências para quem é DI. O livro oferece uma visão geral dos aspectos relacionados ao trabalho do DI em cursos online e serve como parâmetro para desenvolvimento de tarefas e atividades práticas. Referência importante para quem é da área.


 

 

 

 

Tutorial sobre a criação de template para PowerPoint

Retirado do blog do Tom Kuhlmann, esta apresentação demostra a como desenvolver templates para PowerPoint. Auxilia a construir uma percepção visual para a produção dos roteiros. O vídeo está em inglês, mas é de fácil compreensão.

Template Design

 

Sobre processo em projetos de EaD

Nesse vídeo você verá de forma simples como, em geral, ocorre o desenvolvimento de um projeto em EaD. Conhecerá suas etapas e terá a dimensão do processo todo. Também em inglês, mas é simples para compreender.

 

Estratégias de design gráfico e conteúdo

Vídeo produzido para uma campanha conhecida como The Girl Effect. O vídeo tem um apelo bastante interessante, com intencionalidade bem definida e produção adequada. Além da importância do conteúdo, é uma fonte de inspiração.

 

Estratégias de DI em Cosmos – Carl Sagan

Primeira série sobre astronomia produzida para a tevê tendo como público-alvo pessoas leigas. A linguagem e a estratégia utilizada pelo físico e astrônomo Carl Sagan é simples e serve como referência para criação de boas estratégias instrucionais.
Veja e assista no blog: http://carlsagancosmos.blogspot.com/

 

 

Feedly – excelente ferramenta para acompanhar blogs, revistas e jornais de seu interesse

Você pode conectar o feedly com sua conta do google e, se já utiliza o google reader, ele importa todas as suas assinaturas automaticamente. A interface é super agradável e a informação fica bem organizada.

feddly.com 

Espero que seja proveitoso! Compartilhe também suas dicas nos comentários.

Abraços!

O que levo para 2012

Geralmente, no final do ano, fazemos uma lista de promessas para o ano seguinte com todas as coisas que deixamos de fazer no ano que passou. Bom, eu estou fazendo a minha, mas queria compartilhar também algumas coisas que aprendi em 2011 e que resultaram de situações que vivi no decorrer deste ano…  Esses aprendizados faço questão de carregar para 2012. Compartilho porque, mesmo que o aprendizado seja individual, alguma coisa sempre se aproveita das experiências alheias e pode ser que seja útil a alguém.

Mais difícil que adquirir novas técnicas e desenvolver novas habilidades é aprender a lidar com as pessoas. Observando e refletindo o cotidiano de trabalho percebemos que, muitas vezes, o que se tem para fazer não é tão complexo quanto o processo de decisão sobre o que fazer. Especialmente quando o processo de decisão envolve diferentes pessoas com diferentes ideias, percepções, valores, comportamentos, perfis. Não adianta tentar fugir dessa situação porque faz parte do trabalho. Independente da natureza do trabalho ou da empresa que te contratou. Essa situação provavelmente proporcionará as experiências profissionais e pessoais mais ricas, mas também mais desgastantes.

Pensando em algumas experiências que tive a oportunidade de vivenciar, compartilho aqui um pouquinho das aprendizagens que carrego comigo para 2012:

  • Saiba quem são seus amigos

Pode parecer óbvio, mas temos a tendência a confundir parceiros de trabalho com amigos pessoais. É importante saber entender quem se tornou amigo de fato, quem são os parceiros de trabalho e quem são aqueles que você deve apenas manter uma postura diplomática. Se você não fizer essa distinção pode se desapontar ou até se prejudicar porque confiou informações a quem não deveria. Manter a gentileza e o profissionalismo ajudam a construir um ambiente de trabalho mais harmônico, mas determinadas opiniões você deve compartilhar apenas com aqueles que considera seus amigos e, de preferência, longe do espaço de trabalho.

  • Busque relações mais verdadeiras
Não é porque você não é amigo pessoal de todos com os quais trabalha que suas relações são menos verdadeiras. Serão verdadeiras nas condições que você estabeleceu. Se percebe que um colega de trabalho pensa muito diferente de você, diverge nos valores e opiniões, provavelmente não desenvolverá uma relação além da profissional. Entretanto, você poderá manter uma posição diplomática e profissional para entrar em acordo nas questões de trabalho. Esse é um exercício difícil, pois terá que manter o foco na situação a se resolver e não no seu sentimento em relação à situação. Não é necessário, para isso, fingir uma amizade ou consideração que não existem. Seja verdadeiro nas suas relações mantendo sempre o respeito e a diplomacia, mas sem forçar um tipo de relação que não existe.

  • Escolha as batalhas que você quer lutar

Pedindo conselhos a uma amiga em relação a uma situação que eu estava vivendo, ela me disse várias coisas e entre elas estava a seguinte frase “Não tenho vergonha de mudar de ideia, porque não tenho vergonha de pensar.” (Pascal). Com esse conselho eu aprendi que não é vergonha mudar de ideia quando se refere a uma decisão que impacta diretamente na minha vida. Mesmo que eu deva me tornar mais resistente a determinadas circunstâncias – outro conselho que recebi -, percebi que a resistência é sempre pouca quando não queremos fazer parte de determinadas batalhas. Quais batalhas você tem força para lutar? Quais batalhas te desafiam? Naquele momento eu decidi mudar de ideia, porque não estava com força para lutar naquela batalha. Decidi que viveria outro desafio. O que não quer dizer que no futuro eu não possa escolher lutar em outras batalhas. Essa é a beleza de não ter medo de mudar de ideia.

Isso é um pouquinho daquilo que carrego comigo para 2012. E você, o que aprendeu em 2011 que contribuiu para quem você será em 2012?

Excelente início de ano a todos!

 

Objetos de aprendizagem: conceito e estrutura – Parte 2


Inspiração
Em geral, o Designer Instrucional é responsável por construir os roteiros para a produção dos OAs. No cotidiano profissional, o DI conta com uma equipe especializada, agregando o talento de todos para gerar um resultado de qualidade. Porém, procurar entender os diferentes aspectos de seu trabalho não significa que você se tornará autossuficiente, mas que desenvolverá habilidades para dialogar com profissionais de diferentes áreas. E essa é uma competência importante para um Designer Instrucional. Por isso sugiro que exercite e procure e aprender coisas que vão além da produção do roteiro. Você pode começar vendo as dicas do post do dia 06 de janeiro, sobre planejamento visual.

Procure inspiração no trabalho produzido por outros, veja as estratégias que utilizaram e registre para experimentar em seus testes. Na primeira parte do post indiquei o blog do Tom Khulmann, mas você pode buscar inspiração em diferentes trabalhos, como documentários, filmes, seriados, peças publicitárias.

Qual ferramenta utilizar? 
Depois de buscar inspiração e referências é hora de começar a organizar seu projeto de teste. Um objeto produzido em Flash, por exemplo, precisa de alguém como habilidade técnica para desenvolvê-lo. Vale a pena ser utilizado para animações mais complexas e é indicado quando se tem o apoio de um especialista.

Já o Captivate é um programa voltado à criação de tutoriais e simulações de sistemas de software. Vale ressaltar que nas últimas versões, a Adobe tem investido no Captivate como programa de autoria para cursos em e-Learning. A ferramenta está mais abrangente e acessível para não-especialistas. Porém, se você está iniciando agora, eu recomendaria a utilização de programas baseados no PowerPoint, porque as possibilidades de criação são maiores e é mais fácil de manuseá-lo. Se quiser testar o Captivate, utilize o 5.5 da suíte e-Learning da Adobe, o programa evoluiu e apresenta vantagens em relação às versões anteriores.

Como sugeri na primeira parte do post, o Articulate é utilizado junto com o PowerPoint e é uma ótima ferramenta para quem está iniciando. Utilize a versão free trial por 30 dias disponível para baixar no site do Articulate. Instale e teste! Na comunidade do Articulate você encontrará bastante informação de outros usuários e terá suporte.

Experimente, faça você mesmo!
O próximo passo é se arriscar e usar a criatividade. Selecione um conteúdo de seu interesse, algo em torno de duas páginas para que não se perca no volume de informações, e analise-o pensando na melhor forma de explicá-lo a um leigo. Anote suas idéias, faça um roteiro com introdução e objetivos, demonstrando ao aluno o que ele terá oportunidade de aprender naquela aula ou unidade, elabore estratégias para apresentar o assunto de forma didática. Faça o desenvolvimento utilizando imagens, vídeos e o que achar importante para auxiliar o aluno a compreender. Não se esqueça de realizar um teste ou uma atividade reflexiva durante a aula e/ou ao final e encerre sua aula/unidade.

Para ajudá-lo, criei um template no PowerPoint. Use sua criatividade e modifique-o como quiser.

free_template

Lembre-se que é apenas uma sugestão, existem inúmeras formas de se produzir um Objeto de Aprendizagem e muitos formatos. Falarei disto mais para frente, por enquanto gostaria de ajudar aqueles que estão iniciando e querem se aventurar.

Se quiser compartilhar os resultados, me envie! Disponibilizo aqui no blog para motivarmos outras pessoas.
Espero que este post tenha sido útil e que aproveitem as dicas!

Abraços,
Grayce

Objetos de aprendizagem: conceito e estrutura – Parte 1

Pensando nos comentários que o Everton, leitor do blog, deixou tempos atrás por aqui, procurei elaborar neste post algumas dicas para quem está dando seus primeiros passos no campo da educação à distância. A intenção é dar enfoque à produção dos objetos de aprendizagem (OAs) e auxiliar aqueles que não possuem grande experiência como Designer Instrucional (DI) e que gostariam de aprender praticando.

Os objetos de aprendizagem fazem parte do grupo de recursos mais utilizados na educação à distância atualmente. Eles são um importante instrumento de ensino-aprendizagem e podem ser utilizados de diferentes formas, desde que alinhados à proposta educacional (ou projeto instrucional – PI) delineada para o curso ao qual você vai trabalhar.

O que são objetos de aprendizagem?

Um objeto de aprendizagem é, basicamente, uma unidade de conteúdo organizado e auto-contido, publicado na forma de uma mídia digital. Isso significa que o conteúdo abordado nessa unidade apresenta uma estrutura com começo, meio e fim, além de um esquema de avaliação. Outro atributo dos OAs é que sejam reutilizáveis e, por isso mesmo, devem fazer sentido por si só. O OA pode ser parte de um contexto maior, como um curso ou disciplina, ou ser uma mídia independente apresentando todo o conteúdo em um único objeto.

Imagem de Franco Andrade

Objeto de aprendizagem produzido em flash. Imagem cedida por Franco Andrade.

Os OAs possuem dois aspectos principais: metodológico e técnico. Metodológico, porque é apoiado no design instrucional daquele curso, com estratégias didáticas e esquemas de avaliação; técnico, porque é produzido para ser uma mídia digital, utilizando ferramentas de autoria. Para cursos em EaD, deve ser compatível com o LMS (ou Ambiente Virtual de Aprendizagem), ou seja, deve “conversar” com a plataforma onde o curso estará alocado. O formato mais comum de publicação dos OAs é conhecido como padrão SCORM. Não vou me aprofundar nesse momento em explicações sobre o SCORM, mas certamente ouvirá bastante o termo trabalhando com EaD, pois é o padrão utilizado pela maior parte dos LMS. Esse padrão permite que o LMS registre, por exemplo, a pontuação do aluno em algum teste realizado por ele no OA.

Algumas das ferramentas de autoria mais comuns de construção dos OAs são: Flash, Captivate (ambos da Adobe) e outras com base no PowerPoint, como o Articulate. Os cursos produzidos em programas como o Articulate são conhecidos como Rapid e-Learning. Convém ressaltar que o significado de Rapid e-Learning se refere, basicamente, a cursos produzidos em programas de autoria que não requerem conhecimentos em programação. Essa forma de produção torna o processo menos custoso e mais rápido, por isso se chama Rapid e-Learning.
Ferramentas de autoria EAD

Pretendo, com este post, fornecer fundamentação para que você mesmo construa um objeto de aprendizagem utilizando o PowerPoint, pois todos nós temos algum conhecimento no programa e condições de utilizá-lo para desenvolver um trabalho criativo.

Comece pesquisando…

O início do seu trabalho deve ser a pesquisa. Procure conhecer mais sobre os programas citados aqui e tire suas próprias conclusões. Se você tem uma boa base de inglês, vai aproveitar as dicas do blog do Tom Kuhlmann, um dos fundados da empresa produtora do Articulate. Mesmo que utilize outros programas, há muitas dicas no blog dele e certamente será uma fonte muito proveitosa!

Continua…

Obs.: dividi o post em duas partes, para não ficar muito grande. Então, fiquem atentos ao próximo post, pois será continuidade deste com indicações práticas para a elaboração de um OA.

Modelo de Projeto Instrucional

Há alguns dias precisei construir um novo modelo de Projeto Instrucional e fui em busca de referências na internet. Não encontrei nenhum modelo que eu pudesse utilizar como base para desenvolver o que eu precisava. Parti do que conheci em minha experiência como estudante e profissional e construí um modelo que pretendo aprimorar com o tempo.
Compartilho aqui no blog com o intuito em auxiliar aquelas pessoas que precisam de referências para dar início à construção de seu Projeto Instrucional.

Utilize e adapte como achar melhor! Lembrando que um documento muito extenso pode ficar pouco objetivo, então se atenha às informações que realmente são importantes.

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projeto_instrucional_modelo

Qualquer sugestão, deixe seu recado!

Modelos de roteiros para cases

O Designer Instrucional atua em várias etapas de um projeto. Na etapa de execução, uma das tarefas do DI é construir roteiros que viabilizam estratégias de apresentação de conteúdo. Para quem está começando a atuar na área e precisa de referências, aproveito para compartilhar dois modelos de roteiro para produção de aulas/objetos/casos situacionais. Se você é professor(a), também pode usar os roteiros para desenvolver casos situacionais que ilustrem o conteúdo de sua aula.

Ao abrir os arquivos, você perceberá que cada modelo apresenta alguns trechos de determinado conteúdo que sugerem o desenvolvimento de um caso situacional. A intenção não é apresentar casos completos, mas sugerir uma estratégia para a construção de roteiros. Por isso, foque sua atenção às ideias e não à história em si (até porque elas não fazem muito sentido, apenas dão uma direção).

O primeiro modelo é mais “tradicional”, é inspirado nos formatos de roteiro produzido para cinema ou propagandas e apresenta 3 campos principais: descrição do contexto, texto (balão de fala ou narração) e uma sugestão de imagem para apoio/referência.

modelo1
Clique aqui para download do modelo_roteiro1

O segundo modelo apresenta os elementos do primeiro, mas abrange detalhes de navegação e outras questões importantes quando se trata de roteiros para produção de mídias em flash, por exemplo.

modelo1
Clique aqui para download do modelo_roteiro2

Os modelos de roteiro disponíveis neste post foram desenvolvidos a partir das necessidades do dia-a-dia e também servem como base para a produção de novos roteiros. Aprimoramentos ou adaptações são necessárias de acordo com o objetivo instrucional que é definido para cada conteúdo.

Se você desenvolver outros modelos e quiser compartilhá-los, envie-me por e-mail e disponibilizarei aqui no blog para download.

Espero que os modelos sejam úteis!

Abraços,

Grayce

Dicas para iniciantes em Design Instrucional

Compartilho, hoje, um pouco do que aprendi até agora sobre Design Instrucional. Para quem está começando na área e sente-se um pouco perdido, aqui vão algumas dicas que podem ser úteis.

Se você conhece um pouco das atribuições de um Designer Instrucional (DI), sabe que sua função principal não é construir PowerPoint. Entretanto, conhecer ferramentas de autoria – como o PowerPoint e outros – e saber utilizá-las fazem parte da rotina de um DI. Por hora, vou chamar o resultado de um trabalho em um programa de autoria de objeto instrucional. Sugiro que, se você não tem intimidade com a área de Design Gráfico e programas de autoria, que comece a se interessar por ela. O planejamento sobre como transformar um conteúdo bruto em algo fácil de compreender deve incluir a disposição visual dos elementos. Portanto, um DI não se exime de conhecer, ao menos, alguns aspectos gráficos e visuais.

Vou listar alguns princípios básicos retirados do livro “Design para quem não é designer”, de Robin Williams. Essa, aliás, é uma boa sugestão de leitura para quem está iniciando como profissional de DI e não tem intimidade alguma com a área de design gráfico.

Os princípios básicos para um planejamento visual são:

Contraste
Você utilizará o contraste para dar destaque a um trecho ou termo importante no seu texto ou objeto instrucional. Fique atento apenas para não dar contraste a muitos elementos, porque o objetivo do destaque irá se perder e o texto ficará poluído.

Repetição
Alguns elementos devem se repetir ao longo do objeto instrucional. Eles irão integrar o material, fazendo com que tudo tenha harmonia e faça parte de um contexto. Por exemplo, criar títulos do mesmo tamanho e fonte, alocados em lugares específicos dará um direcionamento ao leitor.

Alinhamento
Os elementos de uma tela/slide devem estar alinhados, ou seja, os elementos devem estar conectados por uma linha invisível e não espalhados pela tela. Esse princípio é essencial para dar organicidade ao material e deixar a aparência mais limpa.

Proximidade
Esse princípio fala sobre o agrupamento de elementos que possuem alguma relação. É importante perceber que, sem observar esse princípio, você pode criar telas/slides que não façam sentido para o interlocutor. Evidenciar as informações para tornar o conteúdo claro para o público de seu objeto instrucional faz parte do trabalho do DI.

Elaborei alguns exemplos de telas/slides para dar clareza aos conceitos apresentados. O conteúdo textual foi retirado de um artigo sobre Design Instrucional, da autora Andrea Filatro, e pode ser lido na íntegra aqui.

slide 1clique na imagem para ver ampliada

Essa tela mostra um exemplo claro da falta de planejamento visual. É apenas texto centralizado com apoio de imagem. No próximo exemplo você observará uma tela após a contribuição de um DI.

slide 2clique na imagem para ver ampliada

Veja que as caixas de texto e imagem estão alinhadas e os assuntos agrupados para dar organização e destaque. O texto foi trabalhado para torná-lo mais dialogado. Esses princípios facilitam para que o interlocutor compreenda o conteúdo da mensagem. Alguns objetos, como a barra superior que destaca o título, é um elemento que será repetido para todas as demais telas que você produzir. Esse princípio dá unicidade ao objeto. Esse é um exemplo que pode facilmente ser criado por um DI. O próximo exemplo representa o trabalho de um DI trabalhando em conjunto com um Designer Gráfico (DG).

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Quando há a interação entre DI e DG as possibilidades de representação de um conteúdo são mais amplas. Elementos gráficos são explorados com mais propriedade e o trabalho pode ficar mais rico, como no exemplo apresentado. Nesse caso, o DG que trabalhou na criação dessa tela se inspirou na tela anterior para produzir uma linguagem visual coerente e agradável para o interlocutor.

Visite o blog e portfólio de Franco Andrade – o DG responsável pela criação da última tela – para conhecer outros trabalhos produzidos por alguém da área gráfica. As possibilidades de criação/produção de trabalhos em conjunto são vastas quando bem articuladas.

Espero que sirva de inspiração e auxilie outros que, como eu, encontram poucas referências para quem está começando!

Abraços